CIDADES BRASILEIRAS - DE A a Z : QUIJINGUE / BAHIA / BRAZIL (4.080 / 5.570) POPULAÇÃO: 27.626 PESSOAS (IBGE 2020)

sábado, 2 de janeiro de 2021

QUIJINGUE / BAHIA / BRAZIL (4.080 / 5.570) POPULAÇÃO: 27.626 PESSOAS (IBGE 2020)


Tem uma feira livre Hiper, onde pode-se comprar quase de tudo, desde alimentos, confecções, eletrodomésticos, produtos agrícolas dentre outros. Tem uma praça central muito bonita. O entorno eh um convite para os amantes do Ecoturismo e Turismo de Aventuras.
A cidade tem o nome de um Meteorito que caiu na região nos anos 80.


Capela da cidade
Chegando / Saindo da cidade
Comunidade de Algodões
Creche Pública Municipal
Entorno da cidade. Um convite ao Turismo de aventuras e Ecoturismo.
Estrada de acesso para as Comunidades
Igreja Matriz da cidade
Vistas parciais da cidade

Praças da cidade










Rodovia de acesso para a cidade
Ruas e Avenidas da cidade



Dados gerais da cidade
Código do Município - 2925907
Gentílico - quijinguense
Prefeito (2017 / 2020) WELIGTON CAVALCANTE DE GOIS
População estimada [2019] 27.580 pessoas 
População no último censo [2010] 27.228 pessoas 


Densidade demográfica [2010] 20,28 hab/km²
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2017] 2,1 salários mínimos 
Pessoal ocupado [2017] 1.265 pessoas 
População ocupada [2017] 4,4 % 
Posição geográfica da cidade no Brazil
Como tudo começou
Quijingue
Bahia – BA
História
Na Fazenda Onça, de propriedade dos Sr. Gregório José de Almeida, anualmente era comemorado o Cia de São João da Onça, em razão sucesso alcançado a festa passou a chamar-se 'São João da Onça', sendo frequentada por todos os moradores das regiões vizinhas, onde aconteciam queima de fogos, fogueiras e outras atividades juninas. 


Com o passar do tempo a festança fora transferida para a Fazenda Lagoa Grande, que a partir de então, passou a contar com um fluxo de pessoas cada vez maior, sendo construídos os primeiros casebres e a capela, com a colaboração do conselheiro Francisco e do Sr. Gregório de Almeida, procedente de Bom Conselho, atual Cícero Dantas, acompanhado de vários seguidores, chegou ao arraial por volta de 1893, Antonio Vicente Mendes Maciel, o Antonio Conselheiro, quando o nome da localidade de Lagoa Grande mudou para o de Triufo , sendo seus fundadores: Sérgio Ferreira de Brito, Gregório José de Almeida, Joaquim Pereira de Oliveira, Salu José Peba e José Bezerra de Oliveira. 


Nesse período, o povoado fora visitado pelos 'Revoltosos' que inquietavam a população por onde passavam. Posteriormente do cangaceiro, Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. Pertecente ao município de Tucano, o Povoado passou a ser denominado Distrito de Triunfo, e com o surgimento de um maior numero de habitantes e a necessidade de libetar-se do julgo do município de Tucano, surgiram os primeiros movimentos para a emancipação política, que veio a se concretizar em 15 de março de 1962, através da lei nº 1.640.
esta eh a bandeira do estado da Bahia
Fonte dos textos e fotos: Prefeitura Municipal de Quijingue, BA / IBGE / Thymonthy Becker 


SONHOS DE UM VIAJANTE
DE CAMISA RASGADA PELAS RUAS

Quando percebi estava andando pelas ruas de camisa rasgada e não sabia o que tinha acontecido
Estava numa sala, parecendo consultório dentário. Tinha uma pessoa sentada na cadeira. Nisto chegou um homem de uns 60 anos mais ou menos, e me disse que tinha comprado a clinica. Eu então fiquei satisfeito, rindo muito e disse que gostava dele porque ele era assim, decidido. Então mostrei minha mão para o homem que estava sentado na cadeira. Minha mão estava retorcendo, parecendo que tinha câimbra nos dedos. Fui para uma cama, parecendo uma cama de hospital. Não tinha ninguém por perto. Eu levantei e não conseguia lembrar de como fui para ali. Sai andando e fui indo para casa.


No caminho vi que eu estava usando uma camisa preta, florida. Esta camisa estava rasgada na lateral, de cima ate embaixo do braço. Eu então pensei que eu deveria ter tido um enfarte ou derrame e por isto me levaram para o hospital. Então voltei lá, para saber o que tinha ocorrido. Quando ia pelo corredor, para entrar na ala dos quartos, tinham três vigias. Eu então disse a um deles que eu estava internado ali. Ele não acreditou. Eu então pedi para chamar o Doutor Alair, pois eu o conhecia e ele poderia dizer o que eu fazia ali. Eles disseram que ali não tinha nenhum Dr. Alair e mandaram eu ir embora. Então fui embora com a camisa ragada mesmo.

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